En poursuivant votre navigation sur ce site, vous acceptez l'utilisation de cookies pour vous proposer des contenus et des publicites cibles en fonction de vos centres d'interets. Toutes les informations, les programmes animations en cliquant sur la ville de votre choix ! A conjuntivite consiste na inflamacao da conjuntiva, sendo muito frequente na populacao, de um modo geral. Existem varios tipos de conjuntivites, de tal modo que os sinais e sintomas podem variar bastante, dependendo do tipo em questao.
O diagnostico das conjuntivites deve ser feito pelo medico oftalmologista, durante uma consulta medica.
Como explicado acima, a Conjuntivite Alergica nao passa de pessoa para pessoa mas, as formas infecciosas, seja viral ou bacteriana sao contagiosas. Na conjuntivite viral, o virus pode ser transmitido pelo espirro ou pela tosse e causar infeccao.
Lembre-se que a transmissao da conjuntivite pode ocorrer por varios dias mesmo depois de iniciado o tratamento. As conjuntivites podem ser classificadas, basicamente, em: Conjuntivite Viral, Bacteriana, Alergica, Neonatal e Toxica. Os sintomas variam, mas, tipicamente, ha queixa de olho vermelho, sensacao de corpo estranho, lacrimejamento, ardencia e secrecao ocular mucosa, podendo estar associada com infeccao de vias respiratorias superiores. Em alguns casos raros de conjuntivite viral, a inflamacao e tao intensa que se formam membranas inflamatorias que ficam aderidas na parte interna das palpebras. Esses casos muitas vezes evoluem para formacao de cicatrizes na cornea e que podem ate diminuir a visao. A ceratoconjuntivite epidemica (Conjuntivite Viral) e bilateral em cerca de 50% dos casos, sendo muito contagiosa, razao pela qual o paciente deve ser instruido a lavar as maos com frequencia, usar toalha individual e evitar ambientes fechados, bem como contatos intimos com outras pessoas. A conjuntivite bacteriana e menos comum que a viral, e apresenta-se com hiperemia ocular (olho vermelho) e outros achados semelhantes a forma viral, porem com uma quantidade maior de secrecao mucopurulenta e ausencia de linfonodo pre-auricular (bolinha proximo a orelha). Uma forma bastante especifica de conjuntivite bacteriana que merece nossa atencao e o chamado tracoma. Alem disso, podem ser associadas lagrimas artificiais (colirios lubrificantes), colirios antiinflamatorios e compressas frias. E importante que haja o acompanhamento do medico oftalmologista para um diagnostico preciso e tratamento adequado. A conjuntivite neonatal (ophthalmia neonatum) e definida como uma inflamacao da conjuntiva durante o primeiro mes de vida. Nesse contexto, o agente mais frequentemente envolvido costuma ser o nitrato de prata, o qual pode ser usado para a prevencao da conjuntivite gonococica. A conjuntivite gonococica, por sua vez, representa uma forma mais rara, porem bastante agressiva de conjuntivite neonatal, sendo causada pela Neisseria gonorrhoeae. Toda crianca com diagnostico de conjuntivite gonococica deve ser tratada, tambem, para clamidia.


As conjuntivites alergicas constituem uma causa bastante comum de consultas oftalmologicas, acometendo de 15 a 20% da populacao.
As conjuntivites alergicas podem ser divididas em quatro tipos: sazonal, vernal, atopica e papilar gigante.
A conjuntivite toxica pode ser causada por qualquer substancia que exerca acao danosa a superficie ocular. Lembre-se: Este artigo visa informar o publico e nao substitui avaliacao por medico oftalmologista, que e o unico profissional capacitado para realizar o diagnostico preciso e indicar o tratamento mais adequado para cada caso.
O Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro – IORJ ®, possui equipe medica especializada, com experiencia no diagnostico e tratamento das Conjuntivites.
E o Diretor Medico do Banco de Olhos do Estado do Rio de Janeiro -INTO e Coordenador da Camara Tecnica Estadual de Transplantes de Cornea.
Chefe do Setor de Cornea e Cirurgia Refrativa do Instituto de Oftalmologia do Rio de Janeiro – IORJ, atua nas areas clinica e cirurgica da oftalmologia geral, transplante de cornea, sindrome do olho seco, ceratocone, distrofia de Fuchs, conjuntivite, cirurgia a laser, lentes intra-oculares, cristalino e catarata. Lembre-se: O medico oftalmologista e o unico profissional capacitado para realizar o diagnostico preciso e indicar o tratamento mais adequado para cada caso. A conjuntiva, por sua vez, e uma camada delgada que reveste a porcao anterior da esclera (a parte branca dos olhos) e a superficie interna das palpebras (as peles que recobrem os olhos).
Mesmo assim, genericamente, podemos dizer que as conjuntivites costumam causar hiperemia ocular (olho avermelhado), associada ou nao a outros achados, como, secrecao ocular, prurido (coceira), ardencia, sensacao de areia nos olhos, fotofobia (desconforto com a luminosidade) e lacrimejamento. Ao examinar o paciente, o oftalmologista ira coletar informacoes que ajudarao no diagnostico correto da conjuntivite, a fim de distinguir esta doenca de outras causas de hiperemia ocular (olho vermelho), como uveites e crises de Glaucoma. E preciso que a pessoa toque a outra ou pegue algum objeto que foi tocado pela pessoa contaminada.
Apesar da infeccao ser apenas nos olhos, o virus ou a bacteria esta nas maos, no rosto e em qualquer outra parte da pessoa contaminada. Enquanto seu olho estiver vermelho ou com secrecao voce pode transmitir a conjuntivite para outras pessoas. Por esta razao, cada pessoa podera apresentar sinais e sintomas diferentes, dependendo do tipo de conjuntivite.
Pode ser causada por diversos virus (adenovirus, poxvirus, coxsackievirus e enterovirus, por exemplo), mas o adenovirus e o agente mais usual, situacao na qual e chamada de Ceratoconjuntivite Epidemica. Ao exame, verifica-se hiperemia conjuntival difusa (olho vermelho), edema palpebral (palpebras inchadas), foliculos hipertrofiados na conjuntiva tarsal e linfonodo pre-auricular palpavel (bolinha perto da orelha).
Essas membranas precisam ser retiradas pelo oftalmologista e iniciado colirios de corticoide para evitar que elas se formem novamente.
Gustavo Bonfadini, apos a segunda ou terceira semana de conjuntivite, alguns pacientes desenvolvem infiltrados subepiteliais, reacoes imunes associadas a lesoes da membrana basal do epitelio causadas pelo adenovirus. Reacao folicular e infiltrados subepiteliais tambem nao costumam ocorrer na forma bacteriana, a qual e causada, na maioria da vezes, pelas bacterias: Sthaphilococcus aureus, Streptococcus pneumoniae ou Hemophilus influenza. O tracoma consiste na infeccao causada pelos sorotipos A, B e C da Chlamydia trachomatis, afetando principalmente populacoes com condicoes precarias de higiene.


Havendo processo inflamatorio muito intenso, corticoides topicos podem ser usados, desde que nao exista suspeita de infeccao fungica. A sua forma mais comum e a conjuntivite quimica, a qual decorre da acao irritativa provocada por determinadas substancias aplicadas na superficie ocular, ocorrendo na primeira semana de vida.
Por essa razao, o nitrato de prata vem sendo gradualmente substituido, nas maternidades, por colirios de antibioticos, os quais atendem a necessidade de prevenir a conjuntivite gonococica, com menores riscos de conjuntivite quimica. Seu inicio e geralmente abrupto, manifestando-se ja nas primeiras 48 horas de vida, com secrecao ocular abundante, podendo evoluir para ulcera corneana. Felizmente esse tipo de conjuntivite e rara nos dias atuais, devido a prevencao realizada com colirio de nitrato de prata, de iodo povidona ou de antibioticos, ao nascimento.
O sintoma mais caracteristico dessas conjuntivites e o prurido ocular (coceira), o qual e mediado pela acao da histamina junto a receptores especificos. Na pratica, a principal causa deste tipo de conjuntivite consiste no uso de medicacoes topicas, principalmente antivirais, antibioticos, mioticos, atropina e preservativos (encontrados em colirios e solucoes de lentes de contato).
Realizou fellowship em Catarata, Cornea e Cirurgia Refrativa pela Universidade de Johns Hopkins – Estados Unidos. Assim, percebemos a importancia da consulta medica com um oftalmologista, pois um diagnostico nao realizado no tempo correto podera atrapalhar tambem o tratamento adequado. Ou seja, se voce usa uma toalha que foi usada por uma pessoa com conjuntivite ou usa o mesmo talher usado por ela, voce corre serio risco de ter a doenca.
Nesses casos, formam-se foliculos na conjuntiva tarsal e limbar superior, que podem evoluir para as fases tardias da doenca, com surgimento de areas de fibrose, opacificacao corneana e severo comprometimento da visao. Nesses casos, recomenda-se a coleta de material para exames bacteriologicos e bacterioscopicos, iniciando-se o tratamento empirico antes do resultado definitivo dos referidos exames.
Outras substancias participam do processo alergico, como a imunoglobulina E (IgE), sintetizada por linfocitos B.
Ao exame, observamos reacao folicular, hiperemia conjuntival e ceratite puntacta, especialmente na porcao inferior da cornea.
Os pacientes devem ser orientados sobre essa possivel complicacao e, se apresentarem baixa de visao limitante, ser tratados com medico oftalmologista de forma a controlar o problema.
As criancas devem ser tratadas em regime de internacao hospitalar, com acompanhamento pediatrico, medicadas com antibiotico sistemico, colirio antibiotico e higiene para a remocao de secrecoes. Alem desses, mastocitos, neutrofilos, eosinofilos e outras celulas inflamatorias tambem estao envolvidas nos eventos alergicos.
O tratamento e realizado com a descontinuidade do colirio sob suspeita, associando-se o uso de lagrimas artificiais, preferencialmente sem conservantes.



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Comments to «What is edema in legs 800»

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